Pessoas transexuais e o acesso aos serviços de saúde no Brasil: revisão integrativa

Conteúdo do artigo principal

Ilka Alcântara de Araújo
André Luís Bezerra Tavares
Ana Célia Caetano de Souza
Francisca Josilany dos Santos Rodrigues

Resumo

As questões ligadas à população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queers e pessoas intersex, grupo de pessoas representadas pela sigla LGBTTQI, vêm se intensificar no Brasil após a década de 1980, quando o Ministério da Saúde adotou estratégias para o enfrentamento da epidemia do HIV/Aids. Esse trabalho procurou evidências junto às bases de dados sobre o acesso das pessoas transexuais aos serviços de saúde no Brasil nos últimos anos. A busca ocorreu em bancos pré-estabelecidos e a estratégia PICO foi utilizada. Entre as questões relacionadas ao acesso, foi possível identificar as dificuldades relacionadas ao preconceito e à discriminação. Em especial, às mulheres transexuais, pois encontraram mais dificuldades com relação ao acesso, inclusive ao tratamento para o HIV, fato que chama atenção, pois destaca as ações relacionadas às doenças, deixando em segundo plano o caráter preventivo e integrativo das ações de saúde.

Detalhes do artigo

Como Citar
1.
Alcântara de Araújo I, Luís Bezerra Tavares A, Célia Caetano de Souza A, Josilany dos Santos Rodrigues F. Pessoas transexuais e o acesso aos serviços de saúde no Brasil:: revisão integrativa. Cadernos ESP [Internet]. 10º de outubro de 2019 [citado 25º de junho de 2022];12(2):112-27. Disponível em: //cadernos.esp.ce.gov.br/index.php/cadernos/article/view/161
Seção
Artigos de Revisão
Biografia do Autor

Ilka Alcântara de Araújo

1 Mestranda em Saúde Pública pela Universidade Federal do Ceará (UFC)

André Luís Bezerra Tavares

2 Psiquiatra e Médico de Família - Mestre em Saúde Pública (UFC)

Ana Célia Caetano de Souza

3 Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos (NPDM)

Francisca Josilany dos Santos Rodrigues

4 Enfermeira do Centro de Testagem Carlos Ribeiro (CTA)