REGULACIÓN MÉDICA Y ATENCIÓN PREHOSPITALARIA EN PARO CARDIORRESPIRATORIO
UNA REVISIÓN INTEGRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.54620/cadesp.v20secaotematica.2833Palabras clave:
Emergencias médicas, Servicios prehospitalarios, Paro cardiorrespiratorioResumen
Objetivo: Analizar la evidencia científica sobre la regulación médica y el despacho de recursos en la atención del paro cardiorrespiratorio (PCR), con énfasis en la organización de la red de emergencias y los determinantes de la supervivencia. Métodos: Se realizó una revisión integrativa de la literatura, estructurada mediante la estrategia PVO, en bases de datos nacionales e internacionales. Se incluyeron estudios publicados sobre despacho prehospitalario, activación de la cadena de supervivencia e intervenciones tecnológicas relacionadas con el PCR. Tras la selección, 14 estudios constituyeron la muestra final. Resultados: La evidencia indica que la activación temprana de los servicios de emergencia y el inicio inmediato de la reanimación cardiopulmonar por parte de personas no especializadas son determinantes para la supervivencia y el pronóstico neurológico. Los protocolos regulatorios estandarizados, la capacitación de la población y el uso de aplicaciones para movilizar a los primeros intervinientes capacitados contribuyen a reducir el tiempo de respuesta. Persisten los desafíos relacionados con las barreras sociales, educativas y de comunicación. Conclusión: El fortalecimiento de la regulación médica, la educación en soporte vital básico y el uso de tecnología es estratégico para mejorar la cadena de supervivencia y reducir las desigualdades en la atención de emergencias cardiovasculares en el Sistema Único de Saúde (SUS).
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