Escola de posturas pode melhorar a qualidade de vida na disfunção temporomandibular?
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Palavras-chave

Fisioterapia
Educação em Saúde
Dor Orofacial
Qualidade de Vida

Como Citar

1.
Holanda de Miranda M, de Alencar Correia Maia D, Vasconcellos Abdon AP, Anbar Torquato J, Fleury Uchoa Santos Junior F. Escola de posturas pode melhorar a qualidade de vida na disfunção temporomandibular? . Cadernos ESP [Internet]. 3º de outubro de 2019 [citado 4º de dezembro de 2021];8(1):30-4. Disponível em: //cadernos.esp.ce.gov.br/index.php/cadernos/article/view/73

Resumo

Avaliar a qualidade de vida e a dor em pacientes com Disfunção Temporomandibular (DTM) após a participação em um programa de escola de posturas. Foram selecionadas 16 mulheres (41,50±12,59 anos) com diagnóstico de DTM, segundo o Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (RDC/TMD). A intensidade dos sintomas de dor foi avaliada pela escala visual analógica (EVA) e a qualidade de vida pelo SF-36. Foi realizada análise estatística pelo teste t-student. As voluntárias participaram de oito encontros do programa de escola de posturas. As pacientes tiveram melhora significativa para os sintomas de dor (p=0,001) e para QV para os domínios Capacidade Funcional (p=0,009), Estado Geral de Saúde (p=0,028), Dor (p=0,002), Vitalidade (p=0,017), Limitações por Aspectos Emocionais (p=0,011), Aspectos Sociais (p=0,002) e Saúde Mental (p=0,042). O Programa de Escola de Posturas adaptado para DTM mostrou-se eficaz na melhora dos sintomas dor e dos índices de qualidade de vida.

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