IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA NA AMAZÔNIA OCIDENTAL
DOI:
https://doi.org/10.54620/mchvm252Palavras-chave:
Educação Permanente, Educação em saúde, Gestão em saúde, Sistema Único de SaúdeResumo
A criação do Instituto Estadual de Educação em Saúde Pública em Rondônia representa um avanço crucial para o SUS na Amazônia Ocidental. Esta experiência, fundamentada em pesquisa qualitativa e exploratória, examina os desafios e estratégias na transformação da escola técnica do SUS em uma escola de saúde pública. A análise documental e revisão bibliográfica elucidaram as etapas de implantação, sublinhando desafios logísticos, articulação intersetorial e adaptação a particularidades regionais. A escola surge como espaço para a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, influenciando positivamente indicadores de saúde, reduzindo desigualdades e fortalecendo capacidades institucionais. O estudo ilustra o compromisso com os princípios do SUS e a qualificação do cuidado, consolidando políticas públicas ajustadas às necessidades locais. Este trabalho oferece insights para iniciativas similares, destacando soluções inovadoras para enfrentar as disparidades regionais na gestão da educação em saúde.
Downloads
Referências
1. Pontes HJC, Coutinho ML, Santos MR. As escolas estaduais de saúde pública: contribuições pedagógicas e político-institucionais para o SUS. In: Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), editor. CONASS Documenta. Vol. 35. Brasília (DF): CONASS; 2020.
2. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 1.996, de 20 de agosto de 2007. Institui a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2007.
3. Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). Educação na Saúde: Escolas de Saúde Pública como estratégias de fortalecimento do SUS. Brasília (DF): CONASS; 2011.
4. Barreto Xenofonte AL, Santos ML, Abreu LDP, Moreira FJF, Sousa WML. Missão institucional e responsabilidade social: trajetória da Escola de Saúde Pública do Ceará. Cad ESP. 2022;16(3):81-87. doi: 10.54620/cadesp.v16i3.1348
5. Bezerra RKC, Souza DLA, Silva JCS, Pinto NS. Territorialização como Ferramenta para o cuidado em saúde. Cad ESP. 2020;14(1):84-88.
6. Wichmann RMA, Carlan E, Barreto JOM. Consolidação da Rede para Políticas Informadas por Evidências – EVIPNet Brasil: relato da experiência nacional de construção de uma plataforma de tradução do conhecimento para o SUS. Brasília: Ministério da Saúde/EVIPNet Brasil; 2016.
7. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGETS). Guia de Planejamento da Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde no âmbito estadual e municipal do Sistema Único de Saúde. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2023.
8. Magnago C, Belisário SA, França T. Apoio institucional como dispositivo para o fortalecimento das Escolas de Saúde Pública. In: Educação, Trabalho e Gestão na Saúde: reflexões, reflexos e ações. São Paulo: Editora Científica Digital; 2021. p. 15-30.
9. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Caminhos para o fortalecimento das Escolas de Saúde Pública do SUS. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2021.
10. Pontes HJC, Castro JL. As escolas de saúde do SUS: razões de ser e contribuições. Saúde Soc. 2023;32(Suppl 2):e230140pt. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-12902023230140pt
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Categorias
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Cadernos ESP

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.



















