ANÁLISIS EPIDEMIOLÓGICO DE LA SÍFILIS CONGÉNITA EN CEARÁ, BRASIL, ENTRE 2015 Y 2024
DOI:
https://doi.org/10.54620/cadesp.v20i1.2609Palabras clave:
Sífilis Congénita, Perfil de Salud, EpidemiologíaResumen
La sífilis, transmisible verticalmente, conlleva graves consecuencias materno-fetales. Este estudio objetivó analizar la epidemiología de la sífilis congénita en Ceará (2015-2024). Se trata de un estudio transversal, descriptivo y retrospectivo, realizado en enero de 2025 con datos del Sistema de Información de Agravos de Notificación (SINAN). Se analizaron variables sociodemográficas, clínicas y terapéuticas mediante estadística descriptiva. Los datos se procesaron en Excel utilizando frecuencia absoluta, relativa y cálculo de incidencia. Los resultados evidenciaron un predominio de la raza parda (10.470; 85,88%), madres de 20-25 años (4.129; 33,7%), educación primaria incompleta (3.865; 31,70%) y falta de tratamiento de la pareja (7.656; 62,80%). Aunque la mayoría realizó control prenatal (10.399; 85,3%), los datos sugieren inadecuación en el seguimiento y abordaje de las parejas. Se concluye que es imperativo calificar las estrategias de control y asistencia para mitigar este problema de salud pública.
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