INCONFORMIDADES DE BIOSSEGURANÇA NO SEGMENTO DE EMBELEZAMENTO E ESTÉTICA

UMA REVISÃO INTEGRATIVA

  • Ticiane Freire Gomes Enfermeira. Pós-graduanda em Vigilância Sanitária - Escola de Saúde Pública do Ceará. Fortaleza, CE-Brasil.
  • Bruna Aparecida Melo Batista 2Nutricionista. Mestre em Nutrição e Saúde. Docente da Faculdade Novo Tempo. Itapipoca, CE-Brasil.
  • Priscila Raquel Nogueira Vieira Química. Mestre em Ciências Veterinárias. Fiscal de Vigilância Sanitária de Fortaleza. Fortaleza, CE-Brasil.
  • Rosimary da Silva Barbosa Tecnóloga de Alimentos. Mestranda em Gestão em Saúde - Universidade Estadual do Ceará. Coordenadora de área da vigilância em saúde e docente da Escola de Saúde Pública do Ceará Paulo Marcelo Martins Rodrigues. Fortaleza, CE-Brasil
  • Geórgia de Mendonça Nunes Leonardo Nutricionista. Mestre em Nutrição e Saúde. Docente da Escola de Saúde Pública do Ceará Paulo Marcelo Martins Rodrigues. Fortaleza, CE-Brasil.
Palavras-chave: Contenção de riscos biológicos, Vigilância Sanitária, Centros de Embelezamento e Estética

Resumo

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, as atividades desempenhadas no âmbito de embelezamento e estética sem responsabilidade médica são consideradas de interesse da saúde, pois podem representar um risco para profissionais e usuários desses serviços, uma vez que o ambiente e as atividades realizadas são propícios à transmissão de microrganismos patógenos. Desta forma, as práticas de biossegurança tornam-se importantes neste segmento devido à exposição de riscos à saúde de profissionais e clientes. Este trabalho trata-se de uma revisão integrativa, com o objetivo de verificar quais inconformidades de biossegurança para estabelecimentos de embelezamento e estética estão presentes na literatura cientifica. Foram pesquisados artigos originais publicados no período de janeiro de 2008 a dezembro de 2018. Os descritores utilizados foram: “contenção de riscos biológicos”, “Vigilância Sanitária”, “Centros de Embelezamento e Estética”. As inconformidades elencadas foram a não utilização de equipamentos de proteção individual, reutilização de materiais de uso único, desconhecimento quanto aos métodos de esterilização de materiais reutilizáveis e utilização inadequada do equipamento de esterilização. Conclui-se que a maioria dessas inconformidades estão diretamente relacionadas aos hábitos de trabalho, o que demonstra a necessidade de ações educativas sobre biossegurança para esses profissionais.

Publicado
2019-12-19